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terça-feira, 4 de julho de 2017

Famílias Homoafetivas



As mudanças comportamentais da sociedade contemporânea trazem novas concepções e confrontam antigas tradições. O conceito de família, por exemplo, ganhou um novo arranjo. O modelo composto por um casal heterossexual deixou de ser o único padrão existente. As famílias homoafetivas estão cada vez mais presentes em nosso meio, inclusive com filhos biológicos. Os avanços na área da reprodução assistida permitiram que esses casais tivessem a possibilidade de se tornarem pais e mães biológicos.
Desde 2013, o Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou novas regras para os casos de reprodução assistida, passando a permitir o uso da técnica em relacionamentos homoafetivos. Em 2015, a publicação do Código de Ética Médica autorizou de forma explícita a técnica em casais do mesmo sexo. A doação de espermatozoides e óvulos, no entanto, não pode ter caráter lucrativo ou comercial. A identidade dos doadores também deve ser mantida em sigilo.

Casais femininos

No caso de mulheres homossexuais que desejam ter filhos, é utilizada a técnica de inseminação artificial com o uso do sêmen de um doador anônimo. O óvulo, produzido por uma das parceiras, é fecundado, existindo também a possibilidade dele ser transferido para o útero da outra mulher, numa espécie de gestação compartilhada.
Estes casos têm sido cada vez mais frequentes, segundo o especialista em reprodução humana Marco Mello, diretor da clínica Vilara. "A procura aumentou bastante, principalmente entre casais homoafetivos femininos. Elas têm óvulo e útero, faltando apenas o sêmen. Então, para elas, é mais fácil o acesso", conta o médico.
O especialista alerta para a idade da mulher que terá o óvulo fecundado. Se ela tiver mais que 35 anos, a chance do procedimento dar certo é menor. "A taxa de fecundidade está diretamente relacionada à idade dos óvulos", destaca Marco Mello.

Além de existirem poucas doações de gametas, especialmente de óvulos, outro entrave para a reprodução assistida é o custo financeiro. Os valores desembolsados pelos casais que recorrem ao método variam de acordo com as tentativas necessárias para se chegar ao objetivo.
Segundo Cláudia Lemos, casais homoafetivos femininos gastam, no processo de inseminação intrauterinaF, cerca de R$ 4 mil por tentativa, sem levar em conta o custo da medicação e do sêmen. Já os homens, desembolsam pela fertilização in vitro aproximadamente R$ 15 mil por tentativa, sem contar as despesas com os remédios necessários.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Mais Saúde para Travestis e Transexuais


O Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais (ASITT), Vinculado à Secretaria de Estado da Saúde e situado no bairro de Vila Mariana em São Paulo, recebe em média 70 visitas por dia. Na primeira visita, cada paciente é entrevistado, passa por avaliação médica e mental, e dali é orientado sobre o tratamento indicado. O espaço conta com cinco psicólogos e um psiquiatra, dois clínicos gerais, um infectologista, um ginecologista, um urologista, um endocrinologista e um proctologista, que além do ASITT atende em outros setores da instituição.
Por outro lado, a lentidão no encaminhamento do tratamento e a obtenção do laudo que atesta a transexualidade é angustiante. O tempo de espera entre uma consulta e outra é de três meses. Uma cirurgia de mudança de sexo demora anos
O ambulatório funciona das 8 da manhã às 20 hs., e as consultas têm de ser agendadas com antecedência. Como a primeira consulta é mais longa, deve ser marcada no máximo até às 18 horas.

Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais
Rua Santa Cruz, 81 - Vila Mariana, São Paulo, SP
Telefone : (11) 5087-9833 - Diretoria
Agendamentos ou reagendamentos de consultas (11) 5087-9984 - das 8:00 as 11:00

 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

"Viver sem arrependimentos"


A campanha suíça pelo uso da camisinha usou imagens de corpos e casais gays e héteros. O departamento de saúde da Suíça, FOPH (Federal Office of Public Health), aposta no slogan "viver sem arrependimentos". O objetivo é reduzir o número de infectados pelo vírus HIV.


terça-feira, 25 de março de 2014

Lésbicas se contaminam com HIV nos EUA

 
Foi registrado pelo CDCs (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) na última quinta-feira (13), o primeiro caso de transmissao de HIV entre lésbicas. O caso é extremamente raro.
O casal, com cerca de 40 anos, assumiu que costumava ter relações sexuais durante o período menstural e que muitas vezes usavam dildos e outros brinquedos de forma agressiva, o que causava sangramento.
A mulher infectada não teve relação sexual com outras pessoas os últimos seis meses, isto é, antes de contrair o vírus. Ela costumava tomar antirretrovirais, mas parou no final de 2012.
Embora seja pouco comum, o uso de filme plástico é recomendado para relações sexuais sem penetração peniana. O CDCs também recomendam que portadores do HIV tomem antirretrovirais para diminuir o risco de trasmitir a doença para os parceiros.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Candidíase no verão

 
O fungo causador da candidíase mais comum na mulher adulta é o Candida albicans. Ele vive normalmente no intestino, mas pode aparecer no estômago, bexiga e vagina. Quando algo muda nesses ambientes e favorece a multiplicação dele, acontece a infecção.
 
Em situações de muito calor, transpiração excessiva e dificuldade de arejar a pele, ele encontra um ambiente ideal para multiplicação. As chances de esse episódio acontecer no verão são grandes.
 
O sintoma clássico é a coceira na região genital. Além de coçar, o local pode ficar inflamado, e a mulher vai perceber na calcinha um corrimento.
Procure um médico assim que sentir a coceira.
 
Leia mais em: http://zip.net/bwmq7Q
 

sábado, 23 de novembro de 2013

Cirurgia Íntima - Ninfoplastia

 
A cirurgia intima ou Ninfoplastia, representa uma grande conquista para mulher moderna, que ganhou a liberdade de decidir se deve ou não melhorar sua estética intima. A cirurgia plástica tem por objetivo diminuir os pequenos lábios vaginais (Labioplastia), estruturas que têm como principal função direcionar o jato de urina durante a micção. Na maioria dos casos, a estética e o incômodo psicológico durante a exposição ao parceiro e a relação sexual é a motivação para a cirurgia. Em casos mais raros, a dificuldade em higienizar a região acaba provocando acúmulo de secreções e urina levando a infecções constantes, como a candidíase.
O procedimento dura, em média, de 40 minutos à uma hora em meia e é utilizada a anestesia raquidiana ou peridural com sedação leve. Por se tratar de uma cirurgia simples, a paciente pode ir para casa no mesmo dia. A região pode ter diminuição da sensibilidade mas ela retorna com a cicatrização. As relações sexuais podem ser retomadas de 30 a 45 dias após a cirurgia.
Informe-se mais sobre o procedimento e os resultados com o seu médico.
 
 
 
 
Para as pessoas sensíveis, solicito CAUTELA para assistir o próximo vídeo, que mostra uma cirurgia em tempo real:
 
 

Secreção Vaginal e Coceira

 
Toda mulher apresenta secreção vaginal, mas mudanças na cor ou no cheiro ou ainda dores podem ser sinal de algum problema de saúde.
Ter uma maior secreção vaginal é normal em situações como gestação, ovulação, uma semana antes do período menstrual, uso de pílulas anticoncepcionais, excitação sexual, adesivos ou anel vaginal. Mas quando não há esses motivos, e a secreção ainda apresenta ardor, coceira e cheiro forte, pode ser então um corrimento. E corrimento pode ser sintoma de infecções provocadas por bactérias, fungos ou até mesmo vírus.

Já coceira na região íntima nunca é normal. Ela pode indicar desde uma alergia até uma DST. Sintomas relacionados à coceira, como secreção de coloração e odor estranho, dor ao urinar, vermelhidão, inchaço e dor no ato sexual indicam que o problema é mais do que uma simples irritação e merece atenção.
 
Vamos nos cuidar!!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Negligência médica com as Lésbicas

 
Contrariando a recomendação do Ministério da Saúde, mulheres que têm relações homossexuais deixam de fazer exames preventivos e de ser orientadas por seus ginecologistas sobre sexo seguro.
Dentro dos consultórios, seja por desconhecimento, preconceito, constrangimento ou até falta de tempo nas consultas, as conversas sobre orientação sexual são deixadas de lado. Tanto médicos quanto pacientes não mencionam práticas sexuais, importantes para garantir prevenção de doenças e levar a orientações adequadas sobre sexo seguro.
Os médicos não questionaram a orientação sexual e, quando as meninas se dizem lésbicas, eles dispensavam exames como o Papanicolau. O Papanicolau é um exame importantíssimo para detecção precoce de lesões precursoras do câncer de colo uterino. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca) e o Ministério da Saúde, deve ser feito por todas as mulheres que já iniciaram a vida sexual, preferencialmente entre os 25 e 64 anos de idade, qualquer que seja a orientação sexual da mulher.
O diálogo entre médico e paciente sobre as práticas sexuais deve ser franco. Afinal, numa relação sexual entre duas mulheres também há troca de fluidos, mesmo sem penetração. Há manipulação das partes íntimas com as mãos, sexo oral, compartilhamento de brinquedos eróticos.
 
Leia mais em:

Saúde Íntima: Sabonetes

 
A mulher deve ter cuidado redobrado com a higiene íntima. É interessante usar sabonetes íntimos, especiais para fazer a higiene da região íntima.

A diferença do sabonete íntimo e do comum está no pH: enquanto os comuns tendem para o pH básico ou neutro (entre 9 e 10), os íntimos têm um pH ácido (entre 4 e 4,5), resultado da composição com ácido láctico. Essa acidez é necessária para manter vivos os microrganismos e lactobacilos que vivem nessa região e têm como função proteger a mulher de possíveis infecções.

Sabonetes que contêm hidratantes devem ser evitados, pois apesar de serem ótimos para a pele, são péssimos para a vagina. Desodorantes íntimos, talcos e perfumes também, pois podem causar reações alérgicas.

Por outro lado, excesso de lavagens na região íntima também pode causar problemas. Lavagens exageradas na região genital ou uso de chuveirinhos não são aconselhados, pois podem remover a proteção natural da vagina, tornando a área mais suscetível a infecções.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Sexo anal entre lésbicas


Lésbicas também fazem sexo anal?
 
A resposta é SIM!

Atentem para alguns cuidados:

Use camisinha, luvas ou dedeiras, isso é básico para explorar o outro lado. O reto pode ter feridas quase microscópicas, mas que transmitem diversas doenças, desde infecções até HIV.

Só lá: o que tocou na parte de trás não deve jamais ir para a da frente. Não importa se é o dedo, a língua, a camisinha ou dildos. O risco de infecção é quase certeiro.

Anestésicos: passe longe deles! Sexo anal, feito corretamente, não dói. Por isso, é essencial você perceber o que está sentindo em cada momento. Se tiver dor, significa que algo errado está acontecendo e a penetração deve parar imediatamente.

Lubrificante: opte pelos à base de água, que são os mais seguros em praticamente todas as situações. Os com silicone na fórmula podem danificar sex toys feitos do mesmo material, e os feitos de óleo estragam o latex.

E a higiene?: Se você tem intestino regulado, dificilmente vai precisar de mais do que uma limpeza com água ou soro fisiológico na área, uma hora antes do sexo. Cuidado se preferir fazer enema (também chamado de limpeza do cólon ou "chuca"). Quando malfeito, o acúmulo de água no reto e no intestino pode levar a complicações sérias e até à morte.
 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Lesbianismo e obesidade

 
 
O Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos EUA, está financiando estudos para determinar por que quase três quartos das lésbicas estão com sobrepeso ou obesas, em comparação com metade das mulheres heterossexuais.
O estudo é para examinar as razões pelas quais o risco de obesidade varia de acordo com a orientação sexual, a fim de informar o desenvolvimento de estratégias futuras para prevenir a obesidade.
 
Leia mais em:
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Jovens LBGT sofrem mais de depressão


Uma pesquisa publicada no periódico científico "Pediatrics" e citada por Schwartz em "Oddly Normal" mostra que crianças LBGT rejeitadas pelos pais correm um risco seis vezes maior de sofrer com níveis altos de depressão e tentam oito vezes mais o suicídio.
Para a mãe e o pai, não é fácil", explica o psiquiatra Alexandre Saadeh, que é coordenador do Ambulatório de Transtorno de Identidade de Gênero e Identidade Sexual do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Edith Modesto, terapeuta especializada em diversidade de orientação sexual e identidade de gênero, de São Paulo, completa: "Eles geralmente não foram preparados para uma criança diferente e têm internalizado aquela ideia do menino que vai crescer, pegar todas, depois se casar e ter filhos e da menina que vai namorar um rapaz de caráter, se casar, trabalhar, ajudar o marido e lhes dar netos".
Não raro, há os que pensam que a homossexualidade de seu descendente é provocada por problemas hormonais.
De acordo com Schwartz, há muitas famílias nos Estados Unidos que rejeitam seus filhos homossexuais, como em qualquer outro lugar do mundo. "É trágico, especialmente quando você entende que o fato de ser gay está ligado a fatores que estão além do controle de qualquer um. Então, por que rejeitar uma criança, maltratá-la ou fazê-la infeliz por uma coisa que ela não pediu?"
"Todo homossexual passa por um período de sofrimento por se perceber diferente", explica o psiquiatra Alexandre Saadeh. "Sem o amor da família, tudo é muito mais difícil para uma criança gay", afirma John Scharwtz. Mas mesmo com o auxílio dos pais, a situação é delicada, porque a sociedade pode ser bastante dura com adultos e crianças homossexuais, diz o americano.

 
Leia mais em: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2013/05/09/gays-rejeitados-pelos-pais-sao-oito-vezes-mais-suscetiveis-ao-suicidio.htm

sexta-feira, 15 de março de 2013

HPV pode ser transmitido por lésbicas

 
"Sou lésbica, nunca tive relação sexual com homens, mas descobri que tenho HPV". A declaração, enviada por uma internauta ao médico e colunista do UOL Jairo Bouer, é acompanhada de uma pergunta sobre as formas de transmissão do papilomavírus humano. Alguns tipos de HPV são bastante associados ao câncer de colo de útero.
Embora o HPV seja transmitido com mais facilidade pela penetração, Bouer explica que o vírus pode, sim ser passado de uma mulher para outra durante a relação sexual.
Uma das possibilidades de transmissão é o compartilhamento de objetos de uso pessoal, como vibradores, e até mesmo toalhas e roupas íntimas.

Mulheres que têm o HPV, diz o colunista, devem ter acompanhamento médico e tomar certos cuidados durante as relações sexuais, para não transmitir o vírus para a parceira.
A dica da Sapa Virtual é que se você for dividir um dildo ou vibrador com sua parceira, use camisinha!!!
 
 
 
 

sexta-feira, 8 de março de 2013

A prática do FISTING

 
Fisting ou Fist fuck ou fist fucking é uma prática sexual que envolve a inserção da mão ou antebraço na vagina (brachio vaginal) ou no ânus (brachio procticus).
Os praticantes desta atividade indicam que parte do gozo na sua realização está em aprender a apreciar as sensações que são proporcionadas pela distensão do ânus, da vagina ou de ambos.
Tal prática, pode ser solitária ou em casal e é adotada por pessoas heterossexuais, homossexuais ou bissexuais. Alguns apreciadores desta prática o fazem, inclusive, com a dupla-penetração nos orifícios anal e vaginal.
Por apresentar um alto risco de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), devido às bactérias presentes embaixo das unhas (ainda que lavadas) e ao redor das cutículas, o uso de luvas de látex e ainda intensa lubrificação do ânus ou vagina, são necessários.
A prática deve ser interrompida caso haja sangramento, e se este persistir por muito tempo, deve-se recorrer a um médico com urgência.
 
Fisting vaginal

Fisting anal

Fisting duplo
 
 
 

quinta-feira, 7 de março de 2013

Leitura: Lésbicas - "Chegou a hora de cuidar da saúde"


 
As lésbicas geralmente se afastam do serviço de saúde por causa da discriminação durante o atendimento, já que os profissionais de saúde ainda não estão preparados para lidar com a sexualidade dessas mulheres. O grupo apresenta dificuldade em assumir a homo ou a bissexualidade para um médico, enfermeiro ou psicólogo. Muitas vezes, o próprio profissional deixa de considerar a diversidade sexual da paciente.
Por isso,  o Ministério da Saúde, por meio da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, lançou o livreto "Chegou a hora de cuidar da saúde" com informações básicas para esse público.
O livreto pretende despertar a atenção das mulheres para a importância dos exames periódicos. Em geral, as mulheres lésbicas e bissexuais procuram o serviço de saúde em casos extremos quando já apresentam problemas. Segundo a técnica do Ministério da Saúde, o material foi produzido para que essas mulheres saibam a importância de se ir ao ginecologista de forma periódica.
A publicação trata também de temas como sexualidade e saúde reprodutiva, estudos e pesquisas sobre mulheres lésbicas, com enfoque preventivo na área de DST e aids, e informações consistentes sobre o movimento lésbico no Brasil.
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Proibir o casamento gay pode causar doenças

 

Um estudo no EUA, acompanhou a saúde mental de lésbicas, gays e bissexuais (LGB) que viviam em estados onde o casamento gay não era permitido e descobriu que essas pessoas apresentam maiores taxas de transtornos psiquiátricos do que as pessoas LGB que vivem em estados sem tais proibições.
Os pesquisadores também avaliaram uma amostra de indivíduos antes e após a mudança que vetou o casamento gay: os casos de transtornos de humor aumentaram 38%, os de transtornos por uso de álcool em 42% e os de transtornos de ansiedade generalizada deram um salto de 248%.
Um outro estudo feito em Massachusetts, publicado no ano passado, tentou responder se uma legislação que permite o casamento gay pode ter um efeito protetor sobre a saúde mental de gays e lésbicas
Os resultados mostraram que a mudança na lei do casamento, diminuíram em 13% as visitas médicas por problemas físicos e as visitas associadas a problemas de saúde mental também caíram 13%.
 
Então, vamos legalizar o casamento gay.

Leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudiacollucci/1236715-casamento-gay-e-o-impacto-na-saude.shtml

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Lésbicas e Doenças Venéreas

 
Uma coisa que as mulheres lésbicas de forma geral não imaginam é que elas podem sim ter várias doenças sexualemnte transmissíveis, algumas delas até em maior número e com mais complicações do que em heteros ou bissexuais. Estatísticas mostram que só 2% das lésbicas se previnem no sexo por achar não correr os mesmos riscos que as heterossexuais.
As DSTs podem ser entendidas como qualquer doença que seja transmitida através de relações sexuais, que podem variar desde um beijo até um ato sexual propriamente dito. Também são conhecidas como DOENÇAS VENÉREAS, uma associação com a deusa Vênus da mitologia grega, responsável pelo amor e sexo.
Na grande parte das vezes a pessoa que está infectada transmite à outra através da relação sexual, mas também pode ser durante o beijo, sexo oral, brincadeiras com dedos , brinquedos, uso de roupas íntimas, enfim tudo que proporcione o contato do vírus ou da bactéria de uma pessoa com a outra.
Entre as lésbicas o número de transmissão do hiv (vírus que provoca aids) são bem baixos, mas outras DSTs apresentam índices altos.
A melhor forma de prevenir o contágio é através da camisinha, mas entre lésbicas isso só é válido no caso de uso de vibradores e próteses penianas, fica difícil usar a camisinha, ainda que a feminina.
As DSTs, podem levar a sérias complicações como disfunções sexuais, dor durante o ato sexual, esterilidade, aborto, alguns tipos de câncer e até morte.
O ideal é fazer acompanhamento ginecológico de seis em seis meses.
Mas muitas lésbicas por vergonha não vão ao ginecologista, mesmo quando alguma coisa não vai bem, e quando vão muitas vezes não falam que são lésbicas, nem o que sentem. Isso leva ao surgimento de muitos problemas e erros pelos quais a maior prejudicada é a própria pessoa.

Por isso nada de vergonha. Consulte um médico.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Camisinha na parceira




 
As lésbicas não imaginam que elas podem contrair, sim, várias doenças sexualmente transmissíveis. Entre as DSTs (enfermidades transmitidas por meio do contato sexual entre duas pessoas) estão o HIV (Aids), sífilis, gonorréia ou blenorragia, herpes, candidíase e tricomoníase. Segundo o Programa Estadual DST/Aids do Estado de São Paulo, o sexo oral é o que oferece maiores riscos de contração de DSTs, pois Algumas dessas doenças encontram na mucosa da boca uma porta de entrada para o micro-organismo. Por isso, também recomenda-se não fazer sexo oral logo após ter escovado os dentes ou ter usado fio dental: pode se ferir a gengiva, o que facilita a transmissão de algumas infecções.  Portanto, meninas, façam sexo seguro e com proteção, com o uso de camisinha feminina, camisinhas para os dedos e para os dildos, luvas e filmes de PVC (plástico de cozinha). No começo pode ser estranho, mas é tudo uma questão de hábito.