Jéssica Sodré, que interpretou a
personagem Lady Daiane, no ano de 2004, na novela Senhora do Destino, reaparece
e revela sua homossexualidade. Nos dias atuais, com 31 anos, Jéssica tem uma
empresa dedicada a festas infantis e é casada com outra mulher, no entanto, a
sua companheira não teve seu nome revelado. De acordo com Jéssica, ela é muito
tímida. Ela conta que sofreu bastante devido ao preconceito de outras pessoas,
mas que sua família sempre a apoiou. "Não preciso esconder de ninguém, eu
me aceito do jeito que eu sou. Nunca mantive segredo e grande parte dos meus
colegas não são héteros. As pessoas precisam evoluir bastante nesse
assunto.", comentou ela em uma entrevista ao jornal 'O Globo'.
Foi assinado nesta sexta-feira (4) em Macapá, o decreto que
institui a emissão da Carteira de Registro de Identidade Social para travestis
e pessoas transexuais no Amapá. O documento terá validade no âmbito dos órgãos
do Estado, informou a Rede Juventude LGBT, que idealizou o projeto. Após a
assinatura do decreto pelo governador Waldez Góes, foi definido que as
carteiras serão emitidas a partir de 2018 na Polícia Técnico-Científica
(Politec) e na rede de atendimentos Superfácil. Assim, o uso do nome social
será permitido em fichas cadastrais, formulários e documentos, nos atos e
procedimentos promovidos no âmbito da administração pública direta, indireta,
autarquias, empresas públicas, nos estabelecimentos de ensino públicos e
privados, além de espaços particulares que prestem atendimento ao público.
Entenda o fenômeno “late-blooming-lesbians”, que são relações homossexuais de mulheres após os 30 anos.
O relacionamento vivido por Teresa (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathalia Timberg), em “Babilônia”, chama atenção para um fenômeno que começa a ser estudado por terapeutas norte-americanos, o “late-blooming lesbians”. Segundo a psicanalista Monica Donetto, ele diz respeito ao fato de cada vez mais mulheres estarem assumindo relações homossexuais tardias, mesmo que tal decisão comprometa um casamento de anos.
“Normalmente, elas se entendem como heterossexuais, têm mais de 30 anos, são casadas e têm filho, mas em certo momento se deparam com o desejo por uma outra pessoa do mesmo gênero”, conta Monica. “O problema é que nem sempre elas conseguem compreender este novo comportamento.”
Após a Miss Espanha 2013 sair do armário, a Miss Irlanda fez o mesmo. Rose Maria Walsh declarou-se lésbica em entrevista ao jornal Irish Sun.
“Para mim, ser lésbica é normal. Eu disse aos meus pais e eles me apoiaram, como deveria ser”, disse a bela que concorre a Miss Universo em 23 de novembro, no Azerbaijão.
O organizador do concurso na Irlanda, Anthony O’Gara, também foi ouvido pela reportagem e apoiou a atitude da atual representante da beleza de seu país: “Ela é uma pessoa maravilhosa, uma vencedora do sexo feminino atraente, inteligente e digna”.
Em Agosto passado, a atriz global Alessandra Maestrini, 37 anos, mais conhecida pelo seu papel de empregada Bozena, do seriado "Toma lá dá cá", assumiu sua bissexualidade na revista Caras.
A atriz que também canta fez fotos para a revista em uma estação de esqui na Argentina e declarou: "Não estou me exibindo ou expondo. Estou me expressando. Faço questão da minha identidade",
A modelo Ireland Baldwin, saiu do armário e postou fotos com a rapper Angel Haze.
O casal estaria junto desde fevereiro, quando se conheceram na Semana de Moda de Nova York. Ela destaca ainda que um casal interracial é algo mais chocante do que um casal gay para as pessoas.
Ireland é filha dos atores Alec Baldwin e Kim Basinger.
Vicky Beeching tem 35 anos, é britânica e uma das maiores estrelas gospel nos Estados Unidos. Sua voz é conhecida nas megaigrejas americanas e agora vai ficar no resto do mundo também.
"Eu sou gay", declarou ela em entrevista para Patrick Strudwick, do "The Independent". Ela nunca havia dito isso publicamente antes. Apenas algumas pessoas próximas sabiam.
Vicky Beeching começou a ter atração por meninas aos 12 anos. Na tentativa de se curar, ela confessou, rezou, participou de exorcismo. Se apoiou nos estudos e na música para se distrair do seu desejo. Aos 23, assinou contrato com o ramo cristão da EMI e foi morar nos Estados Unidos. Até os 30, ela não tinha tido uma relação e nem conhecido algum gay assumido. Afastada da música por uma doença autoimune que a obrigou a fazer 18 meses de quimioterapia, ela estabeleceu uma meta: ia se assumir aos 35 anos. "35 anos é metade da vida. Não posso desperdiçar a outra metade."
Agora, ela provavelmente será crucificada pelos seus fãs. Desde que se pronunciou a favor do casamento igualitário um ano atrás, sua música sofreu boicote. Seus perfis nas redes sociais começaram a registrar casos de ódio: "Você está possuída pelo demônio" é um dos comentários regulares.
A Miss Espanha 2013 Patricia Yurena Rodríguez confirmou há algumas horas em suas redes sociais que mantém uma relação com outra mulher, segundo o jornal paraguaio "Metro". A beldade publicou uma foto no Instagram em que aparece junto com Vanessa Klein. A legenda diz: "Romeu e Julieta". A foto também foi publicada por Klein. Em resposta, ambas disseram 'eu te amo'.
Ser lésbicana África do Sulaindaé terrivelmentecomplicado.Embora ele sejao único paísAfricano ater aprovadoo casamento gay, uma grande parte da população aindatem muitospreconceitoscontra a comunidadeLGBTe, infelizmente,os crimes de ódioaindaestão acontecendo.Portanto, é muitoimportante para o trabalhodeZaneleMuholi, uma fotógrafo lésbica queestá a dedicara sua vida adocumentara realidadelésbicana África do Sul.
Zaneleusaseu talentopara fotografarhomens e mulheresque arriscamsuas vidas assumindopublicamentequeelessão gays. Em seutrabalho, suas imagens tem uma grandedose denaturalidade epositivismo, mas procura mostrar também as atrocidades.
Para alcançaresse equilíbrio, ZaneleMuholicriouuma organização chamada: Inkayiso, a partir do qualprojetos audiovisuaise literáriostentameducar e informar o o público, divulgando artigosda comunidadeLGBT. Algumas de suaspublicaçõessão interessantesparalésbicas e bissexuaisde qualquer lugar domundo.Artigos como"Um vibradornão éum homem",uma peça sobretabus culturaisque temosdentro do mesmo grupoquando se fala desexo lésbico, ou"LoveDangerous", que fala de violência de gênero entrelésbicas.
Uma das maiores pop stars do Irã está causando um grande rebuliço na mídia do país e fazendo história ao mesmo tempo. O motivo? Seu novo videoclipe conta a história de um amor lésbico.
Parece corriqueiro para os ocidentais, mas para um país de maioria muçulmana e com a pena mais severa que pode existir para condenados por homossexualidade – a morte – isso é muito!
No clipe de “Behesht” (Paraíso), a cantora Googoosh está no palco enquanto um casal de moças vive o seu dia a dia tentando se amar e sofrendo com o preconceito. A surpresa – nem tão surpresa assim – é que só no final é deixado claro que se trata de duas mulheres. As lésbicas são intepretadas por duas atrizes, Pegah Ferydoni e Yasmine Azadi.
Googoosh canta versos como “Não me diga para parar de amar, você não pode fazer isso e eu também não posso”. Na imprensa de seu país ela tem sido chamada de anti-iraniana e de “espalhar a decadência na sociedade iraniana”.
Para LGBT de boa parte do mundo, no entanto, a cantora – que não – é homossexual – virou um símbolo da luta dos oprimidos contra uma sociedade homofóbica.
Desde março de 2009, o projeto “First Comes Love” capta as histórias reais de casais LGBT que estão há 10, 20, 30, 40 ou até mesmo 50 anos juntos. Neste mês, o projeto ganha uma exposição no Centro de William Way da Comunidade LGBT, na Filadélfia (USA), com imagens de casais lésbicos e que permanecem juntos há alguns anos.
O palco do teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, virou espaço de uma festa da diversidade na noite da ultima terça-feira (26). Lá foi entregue o Prêmio Rio Sem Preconceito, celebrando personalidades que militam no combate à discriminação.
Organizado pela Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (Ceds ), o evento premiou figuras que buscam combater o preconceito todo tipo de preconceito, não só o de gênero.
foram premiados as cantoras Daniela Mercuy, Ellen Oléria e Preta Gil, as atrizes Glória Pires e Cissa Guimarães, e o novelista Walcyr Carrasco. Ao todo foram 14 homenageados.
Daniela recebeu o prêmio ao lado da esposa Malu Verçosa, com quem trocou um beijo no palco. A cantora também se apresentou na premiação. O casal se tornou símbolo da militância LGBT ao assumir seu relacionamento em abril deste ano. Preta Gil foi premiada por sua luta em prol da diversidade sexual. Já Glória Pires, foi homonageada por sua interpretação no longa “Flores Raras”. No longa de Bruno Barreto, ela refaz a trajetória da arquiteta Lota de Macedo Soares, que teve um romance com a poetisa norte-americana Elizabeth Bishop.
As atrizes Dira Paes, Cissa Guimarães e Fernanda Montenegro foram as outras artistas premiadas pelo Rio Sem Preconceito.
Na última quinta-feira de agosto, 29, rola o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, e para fortalecer as redes de ativismo lésbico e bissexual e discutir políticas pública para essa população, a Coordenação de Políticas para LGBT da Secretaria de Direitos Humanos do governo paulista, junto à Assessoria LGBT da Secretaria de Políticas para Mulheres da Prefeitura de São Paulo, armam um encontro no próximo sábado, 24 de agosto, das 9h às 19h, no Hotel Braston, que fica na Rua Augusta, 467.
O Encontro Municipal de Mulheres Lésbicas e Bissexuais tem como objetivo colocar em cena questões pertinentes a mulheres lésbicas, para que elas sejam reconhecidas na vida social como sujeitos de direitos, como cidadãs.
As cantoras Adriana Calcanhotto e Zélia Ducan em entrevista falaram sobre a atitude da colega Daniela Mercury, em assumiu um romance com outra mulher:
Adriana e Susana
Adriana Calcanhotto:
“Se Daniela ficou feliz de falar e, se falando, ajudou a causa, eu acho válido. Só não gosto da patrulha para que você precise sair do armário, isso segmenta. Eu não gosto de expor minha vida privada por temperamento”, opinou Adriana numa entrevista à coluna de Bruno Astuto na revista “Época”.
Zélia Duncan e a jornalista Leilane Neubarth, sua ex companheira
Zélia Ducan:
Apesar de todo o estardalhaço, o que eu achei de mais transgressor em tudo do que a Daniela fez foi ver o brilho no olho dela. Achei legítimo. Na minha vida não há o que esconder, mas há o que preservar. Eu não preciso falar nada em público se eu não quiser, mas isso não significa que eu esteja envergonhada, me escondendo ou dentro do armário”.
Assumidamente gays, as duas cantoras preferem manter a discrição quando se trata da vida pessoal delas. Em 2010, Adriana oficializou na justiça por meio de uma união estável o seu relacionamento de 23 anos com a cineasta Susana de Moraes, filha do compositor Vinicius de Moraes.
Declarar-se abertamente gay, lésbica, bissexual ou transexual para os pais, a família, amigos e colegas em escolas ou no trabalho pode ser um desafio complexo no Brasil, onde o assunto é tema de debates acalorados. Fernando Teixeira Filho, professor do Departamento de Psicologia Clínica da Unesp, no campus de Assis, avalia a decisão envolve "tensão".
— O armário é um espaço de gerenciamento de estigmas, de um segredo, uma informação que tem um peso social muito forte. É sempre um momento de muita tensão, um ritual de passagem.
Muitas famílias se mantêm unidas através desse segredo, e revelá-lo publicamente pode significar a ruptura de alguns laços, e a criação de novos, diz o psicólogo, indicando que diversos fatores influenciam as reações de aceitação ou rejeição.
Teixeira Filho diz que entre os que mais sofrem atualmente estão os transexuais, "que em geral sempre enfrentam uma reação péssima", e os bissexuais, que vivem em "um armário dentro de um armário" e sofrem preconceito de todos os lados.
"É difícil se aceitar gay. Depois, é mais difícil ainda contar para a família e para as pessoas que a gente ama. Mas é necessário. Este processo geralmente começa na adolescência, enquanto ainda acreditamos que o mundo se resume ao nosso umbigo, e com a idade e a maturidade muita gente --e eu me incluo aí-- percebe que esse é um detalhe da nossa personalidade que, em tese, não deveria ser relevante para o resto da sociedade, mas é. E a luta por direitos iguais começa a se fazer necessária. Revelar-se gay para a família, os amigos, os colegas de trabalho, enfim, para todos os círculos sociais, é importante para desmistificar o estigma do que é ser gay, para mostrar que não somos tão minoria assim e que somos humanos, com erros e acertos, como todo mundo", Ana Angélica Martins, jornalista conhecida como Morango, ex -BBB.
Sarau das brejeiras e
dedilhadas sábado, dia 9 de março, das 16 às 20 horas Tertúlia Sebo
e Café rua Capitão Antonio Rosa, 454 Pinheiros, São Paulo, fone (11)
3061-2749 pertinho da Bubu
A atriz e cantora vai finalmente assumir sua homossexualidade.
Em Hollywood não é nenhum segredo, mas Queen Latifah pretende revelar
que é homossexual, em seu novo programa, The Queen Latifah Show, que estreia no outono de 2013, nos Estados
Unidos.
A atriz e cantora finalmente vai discutir sua sexualidade
abertamente em seu talk show, que também terá entrevistas com celebridades,
histórias de interesse humano, comédias, cultura pop e performances musicais.