terça-feira, 25 de março de 2014

Grife brasileira com modelo FtM

 
 
Foram divulgadas as primeiras imagens da campanha de inverno 2015 da marca masculina Sérgio K., protagonizada pelo top transexual Oliwer Mastalerz. O jovem de 21 anos ficou conhecido na internet ao compartilhar seu processo de adequação de gênero em seu blog. Vivendo na Polônia, Oliwer foi até Nova York para ser clicado por Terry Richardson, badalado fotógrafo americano responsável pela campanha que publicou em seu site imagens de Mastalerz vestindo apenas uma cueca branca, deixando à mostra a ótima forma do top polonês. 
 
Leia mais em:
http://igay.ig.com.br/2014-03-25/veja-as-primeiras-fotos-de-campanha-da-grife-brasileira-com-modelo-transexual.html

sábado, 15 de março de 2014

Gêmeos de mães lésbicas

 
Duas mulheres recifenses, companheiras há mais de 10 anos, conseguiram na Justiça o direito de ter seus nomes nos registros de nascimento dos seus filhos, um casal de gêmeos. Os bebês agora possuem duas mães e quatro avós maternos.
A decisão da concessão foi proferida pelo juiz da 1ª Vara de família do Recife, Clicério Bezerra, no dia 20 de fevereiro, mas só foi divulgada nesta sexta-feira (14). O magistrado, na sentença, reconheceu a existência de mais de um tipo de entidade familiar, e consequentemente, os mesmos direitos e deveres de companheiros de relações homoafetivas. 

Leia mais em:
http://www.leiaja.com/noticias/2014/03/14/companheiras-conseguem-registro-como-maes-de-gemeos/

Lésbica censurada


O programa "Fala que eu te escuto" da IURD / Record, mais uma vez foi alvo de pegadinha de pessoas que não tem o que fazer. Em participação ao vivo sobre o tema "Sair do Armário" na madruigada da quarta-feira passada, dia 5, uma mulher se identifica como lésbica e diz, após pedir respeito e igualdade..., : "eu sou casada, sou muito feliz com a minha esposa, eu adoro fazer sexo com ela, eu adoro chupar a buceta dela..." e a ligação foi cortada.

O pastor, sem graça mas já acostumado com esse tipo de participação, diz que infelizmente existem pessoas sem pudor que não podem participar do programa.

leia mais em: http://revistaladoa.com.br/2014/03/fofocas/fala-que-eu-te

Asssista o vídeo:

sexta-feira, 14 de março de 2014

Medalhista Lésbica


A holandesa Ireen Wust, 27, da patinação em velocidade, foi a primeira medalha, e de ouro, para um atleta gay nas Olímpiadas de Inverno de Sochi, na Rússia. Ela venceu a prova dos 3 mil metros. É a terceira Olimpiada seguida que ela vence a prova.
 
Ireen foi abraçada e parabenizada pelo presidente russo Vladmir Putin que a encontrou nos bastidores do stand de um patrocinador depois da prova.
À imprensa, ela não ressaltou ser lésbica assumida e dedicou a conquista olímpica à sua família e ao seu país.

 

Exposição sobre lésbicas da África do Sul


Ser lésbica na África do Sul ainda é terrivelmente complicado. Embora ele seja o único país Africano a ter aprovado o casamento gay, uma grande parte da população ainda tem muitos preconceitos contra a comunidade LGBT e, infelizmente, os crimes de ódio ainda estão acontecendo. Portanto, é muito importante para o trabalho de Zanele Muholi, uma fotógrafo lésbica que está a dedicar a sua vida a documentar a realidade lésbica na África do Sul.
Zanele usa seu talento para fotografar homens e mulheres que arriscam suas vidas assumindo publicamente que eles são gays. Em seu trabalho, suas imagens tem uma grande dose de naturalidade e positivismo, mas procura mostrar também as atrocidades.
Para alcançar esse equilíbrio, Zanele Muholi criou uma organização chamada: Inkayiso, a partir do qual projetos audiovisuais e literários tentam educar e informar o  o público, divulgando artigos da comunidade LGBT. Algumas de suas publicações são interessantes para lésbicas e bissexuais de qualquer lugar do mundo. Artigos como "Um vibrador não é um homem", uma peça sobre tabus culturais que temos dentro do mesmo grupo quando se fala de sexo lésbico, ou "Love Dangerous", que fala de violência de gênero entre lésbicas.

ver mais em: https://www.facebook.com/zanele.muholi



"Em Família", Clara assume estar apaixonada por Marina


Nos próximos capítulos de "Em Família", Clara (Giovanna Antonelli)assume estar apaixonada por Marina (Tainá Müller) e se declara. A informação foi divulgada no jornal "Extra", que faz parte das Organizações Globo. A cena deve ir ao ar no dia 20 de março.
Clara confessa a Juliana (Vanessa Gerbelli) que gosta da fotógrafa e pergunta se a tia já foi cantada por uma mulher. "Tem alguma atrás de você?", questiona Juliana.
"É complicado. A gente sente uma atração, uma pela outra. Como está na moda dizer: temos química. De primeiro a gente falava que eram afinidades. Agora é química", assume a dona de casa. Clara diz que está dividida entre Marina e Cadu (Reynaldo Gianecchini). "Se fosse um homem, podia fazer dele meu amante. Me dividia entre os dois, como tantas mulheres fazem. Mas como ser casada com homem e ter amante mulher?", se indaga.

Leia mais em: http://zip.net/bbmMyJ

quarta-feira, 12 de março de 2014

Lésbicas do Maracatu


Se já é não fácil enfrentar o preconceito nas grandes cidades, imagine assumir quem você é na Zona da Mata de Pernambuco? Foi o que fizeram Marta Maria da Silva e Sônia Maria de Santana.
As duas terminaram seus casamentos heterossexuais e se permitiram se amar e sem se esconderem da sociedade. “Para que viver escondida o tempo todo?. Minha mãe não aceitava que eu gostasse de pessoas do mesmo sexo que o meu. Então eu a respeitava. Quando ela morreu, resolvi me libertar e ser feliz. Não tinha para que viver fingindo mais”, disse Marta, ao G1, sobre a decisão de encerrar um casamento que lhe rendeu dois filhos adolescentes.
“Sempre soube que meu gosto era diferente, mas quis tentar. Vi que não dava mais quando conheci Marta. Fiquei apaixonada por ela e pedi o divórcio. Minha família toda aceita e apoia a minha decisão”, afirmou Sônia, que foi casada por um ano e tem um filho de seis anos.
O casal, que tem aceitação de amigos e parentes, trabalha na lavoura, ambiente em que é um desafio todos os dias. “Somos duas mulheres no meio de mais ou menos 30 homens. É complicado para eles entenderem o nosso relacionamento, mas nós enfrentamos qualquer coisa para ficarmos juntas. Desde um serviço que é considerado para homens a participar de um maracatu como caboclas de lança”, disse Marta, à reportagem.
As duas fazem parte do Maracatu Rural Coração Nazareno, único no País formado apenas por mulheres e planeja oficializar a união este ano. “Vamos dar uma festa e mostrar para todo mundo que somos felizes juntas”, afirmou Sônia.

Você tem atração por pessoas do mesmo sexo?


Tire sua dúvida ao responder o teste elaborado com a consultoria da psicóloga Vera Moris, doutora em psicologia clínica pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Acesse para fazer o teste:
http://mulher.uol.com.br/comportamento/quiz/2014/03/11/voce-tem-atracao-por-pessoas-do-mesmo-sexo.htm

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Cantora Iraniana defende lésbicas em clipe


Uma das maiores pop stars do Irã está causando um grande rebuliço na mídia do país e fazendo história ao mesmo tempo. O motivo? Seu novo videoclipe conta a história de um amor lésbico.
Parece corriqueiro para os ocidentais, mas para um país de maioria muçulmana e com a pena mais severa que pode existir para condenados por homossexualidade – a morte – isso é muito!
No clipe de “Behesht” (Paraíso), a cantora Googoosh está no palco enquanto um casal de moças vive o seu dia a dia tentando se amar e sofrendo com o preconceito. A surpresa – nem tão surpresa assim – é que só no final é deixado claro que se trata de duas mulheres. As lésbicas são intepretadas por duas atrizes, Pegah Ferydoni e Yasmine Azadi.
Googoosh canta versos como “Não me diga para parar de amar, você não pode fazer isso e eu também não posso”. Na imprensa de seu país ela tem sido chamada de anti-iraniana e de “espalhar a decadência na sociedade iraniana”.
Para LGBT de boa parte do mundo, no entanto, a cantora – que não – é homossexual – virou um símbolo da luta dos oprimidos contra uma sociedade homofóbica.

Assista o clipe:



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

“Azul é a cor mais quente” sem edição em blu ray no Brasil

A distribuidora no Brasil  do filme “Azul é a cor mais quente”, vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes, Imovision, denunciou na página oficial do filme no Facebook que a premiada história de amor de duas meninas lésbicas pode ficar sem edição em blu ray por aqui. O lançamento do DVD de ‘Azul é a Cor Mais Quente’ se aproxima, mas as empresas brasileiras produtoras de blu-ray se negam a produzir o filme devido ao seu ‘conteúdo’.

Leia mais em:
http://revistaladoa.com.br/2014/02/noticias/reproducao-filme-lesbico-vencedor-cannes-censurada-por-empresas-brasileiras-blu-ray

Veja gifs das cenas: